Barcelona Real Madrid – [EN] ‘Alirón, alirón’: Barcelona é campeão da La Liga!

Alirón , o termo espanhol que representa a festa que o campeão espanhol faz ao conquistar o título, foi a palavra de ordem para um dia inesquecível do Barcelona. Esta era a primeira vez na história da La Liga que num clássico se decidia a conquista do titulo, o Barcelona partia como favorito e não houve surpresas. Um frágil Real Madrid não foi capaz de evitar que, pelo segundo ano consecutivo, o seu grande rival se tenha sagrado campeão nacional com uma escandalosa diferença de pontos a seu favor, de sete de atraso no clássico da primeira volta, passou a uma vantagem de nada menos que 14, e tudo pelo mão de Hansi Flick, que teve um dia com o pior e o melhor e que irá recordar toda a vida: morreu-lhe o pai e ganhou o campeonato.

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O ambiente de festa que se começou a viver antes de começar o desafio viu-se perturbado pelo comportamento de alguns energúmenos que atacaram os dois autocarros, o do Real Madrid e, por engano, também o do Barcelona… lamentável. Para o Real Madrid, as coisas começaram a correr mal desde antes do início da partida. Às anunciadas ausências de Mbappé e Valverde, juntou-se a de Huijsen que sentiu-se mal durante o aquecimento tendo de ser substituído, a toda a pressa, por Asensio, a única boa noticia foi o regresso de Courtois, graças a ele a derrota não foi mais pesada.

O Barcelona mostrou, desde o início, querer resolver quanto antes a questão e só tardou escassos oito minutos em abrir o marcador. Rudiger cometeu falta sobre Ferran Torres perto da área, Rashford encarregado de apontar o livre, fê-lo de forma magnífica, enviando a bola ao canto superior da baliza onde Courtois não pôde chegar, um grande golo.

Dez minutos depois chegou o segundo tento, o da tranquilidade. Dani Olmo fez, com o calcanhar, um passe para Ferran que, perante a passividade da defesa visitante, bateu ao guarda-redes belga que nada pôde fazer para evitar que a bola entrasse. Se havia algumas dúvidas, com este golo, todas desapareceram. Faltava ainda muito por jogar, mas não passava pela cabeça de ninguém que o Real Madrid fosse capaz de evitar a derrota; Brahim lutando contra tudo e todos era o único que, com as suas rápidas transições, era capaz de incomodar os locais e criar algumas sensações de perigo que a defesa local, embora cedendo alguns cantos, foi resolvendo sem demasiadas dificuldades. Na outra área, cada vez que o Barça atacava, a frágil retaguarda madrilena tremia como varas verdes e o terceiro golo só não surgiu graças a uma prodigiosa intervenção de Courtois.

Chegou-se, pois ao intervalo com tudo resolvido. O Barça que tinha em campo nove espanhóis, seis deles formados na casa, tinha um plano, sabia o que queria, frente a um Real Madrid caótico, sem um sistema de jogo definido, escassa intensidade, pouco sangue nas veias, todos os defeitos que viram ao longo da temporada e que, com o tempo, se foram agravando.

Na segunda parte viu-se a turma madrilena um pouco mais afoita, parecendo ter como único objetivo um que acabou por conseguir: não sair do campo vergado a uma pesada e vergonhosa goleada.

Barcelona Real Madrid remains central to this story.

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