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Miguel Reisinho abriu o livro sobre o percurso recente da sua carreira, numa entrevista a A BOLA , já depois de ter iniciado uma nova etapa no Mamelodi Sundowns, da África do Sul. O médio português revisitou a última época no Boavista, marcada por dificuldades e pela descida de divisão, lembrando também momentos marcantes, como o golo decisivo que ajudou a garantir a permanência dos axadrezados, além das duas graves lesões que quase o afastaram do futebol.
– Como foi aquela última época no Boavista?
– Foi uma época muito difícil. No Boavista nunca é fácil, é um clube muito exigente, que exige muito dos jogadores, dos treinadores, de toda a estrutura. E passando as dificuldades que estávamos a passar, acho que fizemos um grande campeonato. A época acabou por ser negativa, porque descemos de divisão, mas, a nível geral, toda a equipa, todo o staff que esteve connosco, mesmo os adeptos, fizeram-nos acreditar que era possível e estivemos muito perto. Ficámos a três pontos de conseguir um objetivo que muita gente não acreditava. Se conseguíssemos, era algo histórico. Só um grupo de grandes pessoas e grandes seres humanos é que conseguia fazer o que conseguimos fazer naquela época.
– O que sentiste ao ver o clube nessa situação?
Miguel Reisinho Mamelodi Sundowns remains central to this story.
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